
Para avaliar os impactos da Norma de Desempenho (ABNT NBR 15.575), nas empresas da cadeia produtiva, a CBIC e o SENAI Nacional promoveram uma pesquisa para levantar o panorama geral e os desafios que ainda terão que ser enfrentados sobre o tema. A realização da pesquisa é do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE).
A norma foi publicada há 3 anos e segundo a arquiteta e consultora do CTE, Márcia Menezes, “essas companhias já trilharam alguns caminhos, fáceis ou difíceis, e com certeza poderão contribuir para que o setor se aperfeiçoe e as empresas tenham cada vez mais facilidade e viabilidade de implantação dessa e de outras normas técnicas”.
A pesquisa que respondida por 145 representantes de empresas construtoras, incorporadoras, projetistas e fabricantes do setor, com cargo de gerência ou direção em 18 unidades federativas do Brasil, que indicaram os seguintes resultados.
Principais impactos:
– Mais Informações em projeto
– Especificação e compras com base nas características de desempenho
– Disponibilização e comprovação de características desempenho pelos fabricantes
– Necessidade de ensaios e simulações
– Maior responsabilidade dos projetistas
– Uso intensivo de normas técnicas
– Melhor informação para o usuário
– Acréscimo no custo da obra
Principais benefícios:
– Melhoria da qualidade
– Concorrência leal – comparação por desempenho
– Critérios claros para todas as partes (cliente x fornecedor)
Principais dificuldades no atendimento:
– Falta de informações sobre os materiais e componentes construtivos
– Desequilíbrio entre a quantidade de laboratórios e as demandas regionais
– Qualidade dos laboratórios
Principais riscos do não atendimento:
– Possibilidade de reclamações de clientes, nos momentos de entrega, no período de garantia ou mesmo durante o tempo previsto para a VUP.
– Exigências por agentes financeiros
– Exigências por organismos de certificação











