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CANPAT Construção 2017/2018 ganha força e chega à região Norte

publicado em 05/02/2018

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Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes na Indústria da Construção defende ampliação do diálogo social para disseminar a cultura prevencionista no setor

A importância da parceria entre os atores do setor da construção, empregados, empregadores e governo é condição sine qua non para atingir a meta de acidente zero no setor da construção, combater a informalidade e fomentar a segurança, a saúde e o bem-estar do trabalhador da construção. Foi o que constataram as cerca de 150 pessoas que acompanharam  a apresentação da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes na Indústria da Construção (CANPAT Construção 2017/2018) ontem (01/02), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém (PA), por ocasião do Seminário Regional – Edificar o Trabalho. “É preciso disseminar a cultura prevencionista, ampliando o diálogo social entre os envolvidos. Saúde e Segurança no Trabalho (SST) tem que ser o objetivo diário do trabalho da construção”, enfatiza o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), Fernando Guedes, defendendo que “é preciso entender que segurança não é a atividade meio, mas a finalidade das empresas”.

A iniciativa conjunta da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da sua CPRT, do Sinduscon-PA, do Ministério do Trabalho, pela sua Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), e do Sesi Nacional, busca justamente unir esforços para proteger o maior bem da empresa, que é o trabalhador. “A parceria da CBIC, do Sesi e do Seconci é fundamental nesse trabalho de garantir a qualidade de vida do trabalhador e, pela primeira vez, trabalhamos com o Ministério do Trabalho, que também conhece as características do setor”, ressalta o presidente da CPRT/CBIC, Fernando Guedes.

AÇÕES DE SST 

Cumprindo o papel de disseminar aos empresários e trabalhadores do setor da construção não apenas dados sobre condições que levam a acidentes e doenças do trabalho, suas consequências e a quantidade de ocorrências, mas também o de apresentar as boas práticas desenvolvidas pelo setor da construção em todo o país em prol do trabalhador, o segundo dos seis eventos regionais programados pela CPRT/CBIC até o final deste semestre contou com a participação da especialista da Unidade de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi Nacional, Renata Rézio, e do presidente do Seconci Brasil, Antonio Carlos Salgueiro de Araújo, que reforçaram a importância da parceria entre o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Social da Construção (Seconci) em prol dos trabalhadores do setor.

“Segurança tem que ser o objetivo diário do trabalho no setor da construção”, defende o presidente da CPRT/CBIC, Fernando Guedes. “A informalidade é irmã do acidente de trabalho, com consequências nefastas para o setor e a sociedade”, aponta, mencionando o trabalho de combate à informalidade e as iniciativas e produtos desenvolvidos pela CBIC, com a correalização do Sesi Nacional, que visam auxiliar as empresas na busca eficiente de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

“É preciso construir uma relação próspera, porque estamos do mesmo lado”, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), Alex Dias Carvalho.

“A preocupação com os acidentes de trabalho será perseguida até que se torne zero”, defendeu o presidente do Serviço Social da Construção (Seconci Brasil), Antonio Carlos Salgueiro de Araújo, ao apresentar as ações desenvolvidas pelos Seconcis em prol dos trabalhadores.

A especialista da Unidade de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi Departamento Nacional, Renata Rézio, apresentou os projetos e as ações do Sesi para o setor, destacando a Cartilha do eSocial, com informações e dicas para as empresas se prepararem para o atendimento ao novo sistema, e o Rede Sesi Viva Mais – sistema de gestão unificado da instituição.

“A missão do Sesi é trabalhar para a qualidade de vida do trabalhador da indústria”, enfatizou o superintendente do Sesi Pará, José Olímpio Bastos.

Já o auditor fiscal do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, José Almeida Martins de Jesus Júnior, falou sobre a gestão do ambiente de trabalho, as multas da inspeção, os acidentes de trabalho e as consequências do acidente de trabalho para o empregador no âmbito trabalhista, administrativo, tributário, civil, previdenciário, penal, econômico e social. “O ideal é prevenir”, destacou, ressaltando o alto custo do país com os acidentes de trabalho. “Não é o fiscal que vai resolver isso, somos todos juntos, empresário, empregador, trabalhador, governo, fiscal”, completou.

UNIÃO DE ESFORÇOS 

A Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário nos Estados do Pará e Amapá (Fetracompa), representada durante o seminário, entregou à CBIC o documento “Trabalho na Construção Civil”, que trata do papel do gerenciamento de risco do controle de SST, como forma de unir esforços ao empresariado e ao governo na busca da prevenção de acidentes e na manutenção dos investimentos em saúde e segurança.

O superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, Jomar Lima e o representante da Fiepa, Nilson Azevedo, também participaram do evento, além de empresários, engenheiros e técnicos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), representantes do Ministério do Trabalho e dos trabalhadores do setor da construção, do Seconci e do Sesi. As próximas CANPATs Construção serão realizadas em Fortaleza, Goiânia, Vitória e Porto Alegre.

Fonte: CBIC

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